ALMANAQUE.INFO - APRESENTA (continuação)


 

 

 

 

 

ALMANAQUES NO BRASIL

Consta ser, o Almanaque para a cidade da Bahia, editado pela Typografia Manoel Antonio Silva Serva, Salvador, a primeira publicação nesse gênero (1812) que foi publicada no Brasil.

A seguir, talvez o mais importante,  o Almanach do Rio de Janeiro a segunda publicação nesse gênero (1816) publicada no Brasil.
 

Entretanto, o almanaque administrativo, mercantil e industrial da corte e província do Rio de Janeiro, popularmente conhecido pelo nome de Almanach Laemmert, dos nomes dos seus editores (Eduardo e Henrique Laemmert), editado em 1844, foi o mais representativo.

Tem volumes (raríssimos) separados para Rio de Janeiro, São Paulo e outros Estados.

Cortesia http://www.calendario.cnt.br

O ano bissexto de 1844 teve o seu início em uma segunda feira, caindo o dia 29 de fevereiro em uma quinta, e o último dia do ano, 31 de dezembro de 1844, em uma terça feira.

O Almanak foi publicado anualmente pela Corte Real entre 1844 e 1889. Relacionava os oficiais da Corte e dos ministérios. Eram incluídos também seções sobre os oficiais provinciais do Rio de Janeiro e ainda um suplemento cobrindo um leque de informações sobre a legislação, dados do censo e propaganda comercial.

O Latin-American Microform Project (LAMP) no Center for Research Libraries (CRL) foi patrocinado pela Fundação Andrew W. Mellon para produzir imagens digitais de séries de publicações emitidas pelo Poder Executivo do Governo do Brasil entre 1821 e 1993, e pelos governos das províncias desde as mais antigas disponível para cada província até o fim do Império em 1889. O projeto proporciona acesso via Internet aos documentos, facilitando assim a sua utilização por pesquisadores e prestando apoio às pesquisas latino-americanas nesta iniciativa patrocinada no hemisfério pela Fundação Andrew W. Mellon. 

Brazilian Government Document Digitization Project
Almanak Laemmert (1844-1889)

Inclusive:Mensagens dos Presidentes das Províncias (1830-1930)-

Mensagens Executivas (1889-1993)-

Relatórios Ministeriais (1821-1960)

 MAIS FIGURAS OBTIDAS ALEATORIAMENTE

 

Ressalva: Todo o acervo , digitalizado para pesquisa (até pouco tempo) , poderia ser localizado no endereço http://www.crl.edu/ mais precisamente em: http://www.crl.edu/content/almanak2.htm . Todavia, constatamos que o link encontra-se quebrado, aliás pela segunda vez. Ampliando a pesquisa verificamos um novo endereço para obtenção do acervo digitalizado:

http://wwwcrl.uchicago.edu/content/almanak2.htm

As imagens acima foram reduzidas e adaptadas para o site.   

Posteriormente, no Brasil, surgem outros almanaques, dos quais enumeramos os mais significativos:

Almanaque do Biotonico.

Almanaque Cabeça do Leão.

Almanaque Capivarol, publicado pelo Laboratório Capivarol Ltda.

Almanaque Cathedral, publicado pelo Laboratório Cathedral.

Almanaque do Colírio Moura Brasil.

Almanaque do Correio da Manhã.

Almanaque d’ A saúde da Mulher. 1953, 1970.

Almanaque Dr. Schilling.

Almanaque Elixir Brasil.

Almanaque Elo Nosso, publicado pelo Laboratório Minancora.

Almanaque Guaraina, publicado pelo Laboratórios Raul Leite S/A.

Almanaque de Ross.

Almanaque Silveira.

Do elenco acima, destacamos o Almanaque Biotônico Fontoura (hoje nem sombra do que foi), popularmente conhecido como o Almanaque do Jeca Tatu, imortal criação do genial Monteiro Lobato. Editado e reeditado por vários anos, aos milhões de exemplares, distribuído de forma gratuita.

Destacou-se também, provavelmente pela genialidade do jornalista e, também editor, Aparicio Torelly, ou como ficou imortalizado Barão de Itararé, falecido em 1971, com a idade de 76 anos, que de forma humorística criou a palavra ALMANHAQUE para a sua publicação. 

Barão de Itararé

Cortesia do almanaque Pridie kalendas

http://www.calendario.cnt.br

Jornalista e editor:  Aparício Torelly

Os almanaques foram conhecidos de todos os povos civilizados da Antiguidade; consta dos anais que os editores, na grande maioria, eram médicos e astrólogos e, pelo menos no nosso conhecimento, por um humorista, trocadilhista, farsista sem igual, precursor do humorismo político na imprensa carioca, do quilate do nosso Barão de Itararé, francamente, só aqui no Brasil.

Todavia, como não poderia deixar de ser, surgiu como galhofa, ou como queiram, como paródia, zombando dos almanaques tradicionais (Ufa! Sorte o "Pridie Kalendas" não ser daquela época), que Aparício Torelly (O Barão de Itararé), em 1949, surgiu com o ALMANHAQUE, conforme relatos, para garantir a sobrevivência da Manhã, uma publicação que trazia também, uma grande variedade de anúncios.

Resenha:

Almanhaque para 1949 ou Almanhaque d´A Manha, Aparício Torelly. (SP: Edusp, 2002.)


Almanhaque: um almanaque cheio de manhas

Isabel Lustosa

Logo nas primeiras páginas, aparecem aspectos da biografia de Itararé e de sua família. Senhor feudal de Bangu-sur-mer, o Barão seria um "homem sem segredos que vive às claras, aproveitando as gemas e sem desprezar as cascas", um "grande herói que a pátria chora em vida e há de sorrir, incrédula, quando o souber morto". Dentre seus parentes, aparece Victor Hugo que seria primo em linha reta, sem escalas, do Barão de Itararé, e um "inimigo íntimo dos banqueiros que não emprestavam dinheiro às pessoas decentes e contra os quais escreveu um veemente libelo, intitulado "Os miseráveis".

Biografia de: Barão de Itararé - (Apparício Torelly)

Depois que A Manha deixou de circular, o Barão lançou três "almanhaques" (de A Manha), com textos tirados das edições do jornal mais o material que produziu para outras publicações e algum escrito novo. Foram eles:
Almanhaque para 1949, Almanhaque para 1955 - Primeiro Semestre e Almanhaque para 1955 - Segundo Semestre.
A Edusp, em colaboração com a Imprensa Oficial e a Studioma, está relançando (houve uma edição em 1991) a edição fac-similar do Almanhaque para 1949. O livro tem 280 páginas e custa R$ 40,00. Nas livrarias da USP, tem abatimento de 20%. Para saber os endereços das livrarias, ligue para 0--11-3091-4008 ou 3091-4151

 

Aulas do Barão de Itararé

A origem do símbolo "Cr$" - A instituição do cruzeiro como moeda nacional, em substituição ao mil réis, não é coisa velha. Verificou-se durante a Segunda Grande Guerra, quando governava o Brasil o sr. Getúlio Vargas. Tudo correu fácil. A reforma monetária já fora estudada no tempo do sr. Washington Luís e o decreto da mudança da moeda de há muito estava pronto para ser assinado. Só faltava um detalhe: - qual seria a abreviação do "cruzeiro" a ser usada na escrituração mercantil?

Os técnicos das finanças reuniram-se com o ministro da Fazenda, o diretor do Tesouro, o presidente do Banco do Brasil e o chefe da Casa da Moeda.

Depois de duas horas de extenuantes e exaltadas discussões, ficou decidido que, como estávamos empenhados numa guerra que passaria para a História, nada mais justo que escolhêssemos para a nossa nova moeda um símbolo que perpetuasse uma homenagem aos nossos aliados, Inglaterra, Estados Unidos e Rússia.

E, assim, resolveu-se por unanimidade que a abreviação oficial do cruzeiro fosse integrada pelas iniciais dos três bigs do momento, que eram Churchill, Roosevelt e Stalin, isto é, CRS.

A grande comissão de técnicos foi, então, incorporada, à presença do sr. Getúlio Vargas, para cientificá-lo do resultado a que tinham chegado. O presidente concordou com tudo, muito satisfeito, mas, no momento em que foi assinar o decreto da regulamentação da nova moeda, riscou, à última hora, a inicial de Stalin.

Por isso, a abreviação do cruzeiro apareceu e continua a aparecer assim: CR$...

Fonte:- http://www.novomilenio.inf.br/idioma/20010306.htm

Fonte: Máximas e Mínimas do Barão de Itararé

O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim , afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.

De onde menos se espera, daí é que não sai nada.

O feio da eleição é se perder.

Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.

Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.

A moral dos políticos é como elevador: sobe e desce. Mas, em geral, enguiça por falta de energia, ou então não funciona definitivamente, deixando desesperados os infelizes que confiam nele.

Que faz o peixe, afinal?... Nada.

Quem empresta, adeus...

O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.

Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.

A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.

Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.

Genro é um homem casado com uma mulher cuja mãe se mete em tudo.

Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.

Negociata é todo bom negócio para o qual não fomos convidados.

Senso de humor é o sentimento que faz você rir daquilo que o deixaria louco de raiva se acontecesse com você.

Mulher moderna calça as botas e bota as calças.

A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.

 

Oráculo ambíguo

Na antiga Grécia havia um célebre oráculo, que respondia com segurança a todas as perguntas que se lhe fizessem sobre o futuro, que para nós hoje já é passado. Um pai aflito, um dia, perguntou ao oráculo se o seu filho, que devia partir para a guerra, regressaria são e salvo.

O oráculo respondeu por escrito:

 "irá virá nunca morrerá nas armas".

O pai ficou satisfeitíssimo com a resposta. Mas a sua alegria não durou muito tempo. Logo depois de dois meses recebeu a dolorosa notícia da morte do filho em combate. Desesperado, foi ao oráculo, a fim de reclamar contra o engano da profecia. O oráculo lamentou muito o que havia sucedido, mas fez ver ao velho pai que nada tinha a corrigir. A sua profecia estava certa e havia se cumprido. 

O que ele respondera era o seguinte:

 "Irá. Virá nunca. Morrerá nas armas".

Fonte:- Almanhaque d'A Manha - Primeiro Semestre
produzido por Apparício Torelly, o Barão de Itararé (1895-1971).

 

Pela renovação do nosso idioma

(Escreve o Professor Jacinto Dores Nobasso

Veja texto em:

http://www.fortunecity.com/skyscraper/alpha/328/ita1.htm

 

O ALMANACH DE PIUMHY

Dentre esses almanaques já citados, alguns mais, outros menos conhecidos, destaca-se um que hoje enriquece o acervo de colecionadores. Trata-se do ALMANACH DE PIUMHY, restaurado por José J. Veiga, editado pela Editora Record.

Exemplar: ANO CLIX - NÚMERO 02
Um pouco mais de 70 páginas de muito humor . Divulgamos a seguir, a página 3 (introdutória) do exemplar acima, sem respeitar os tipos utilizados no exemplar original.

O ANTIGO, VERDADEIRO E ÚNICO

ALMANACH DE PIUMHY

Fundado na vila de Piumhy, província das Minas Gerais, no ano de 1827, quinto da Independência e do Reinado de S.A.I.D.Pedro I, por Custódio Augusto Pereira da Veiga e Barros seguindo sugestão de seu primo Evaristo (Ferreira) da Veiga (e Barros), e restaurado pelo homônimo José J. Veiga neste ano de 1986-1987, primeiro da Nova República (queira Deus), Ano Zero da Constituinte, ano do Plano Cruzado e do grande fiasco do cometa de Halley e 486 (quadragésimo octogésimo sexto para os que não sabem ler número ordinal) da Dívida Externa, etc. etc.
Colaboram neste número: F.M.A. de Voltaire, Usaman ibn Munqidh, L.Fernando Zeríssimo, Ulysses de Marães, Robert Burns, Cte. Vasco da Gama, Ibn Hazm, S..T. Coleridge, Wellington Moleira França, Chuang Tzu, professor Espasmo Gentil, Benedito Espinoza, Geoffrey Chaucer, Fernando Babeira, G.B.Shaw, A. Gonçalves Dias, Mario J.L. Zagaio, James McNeil Whistler, Pe. Antonio Vieira, Basileu Basilio, F. Zuarte de Holanda, Dilson Punaro, etc. etc.

Representantes: Brasília, J. Aparecido. São Paulo, A.Franco Monteiro. Curitiba, Daltro Revisan. Porto Alegre, Gerson Marchezan, São Luiz, Atenas B. Ribamar. Recife, Miguel A. Raiz. Fortaleza, U.M. Tavora. João Pessoa, A. Muller Maschio. Salvador, R. Aguiar Dehaia.

Niterói, Allain da Ponte. Maceió, O.S. Marechiari. Piumhy, Francolino Pereira.

Correspondentes: Washington, Dick Watergate. México, José Maria Mirim. Buenos Aires, Galtieri de las Islas. Assunção, Alfredo Vital Licio. Paris, Bernard da Torre. Londres, Donald Biggs. Bonn, F. Sauerkraut. Moscou, Ivan Udder Ivel. Roma, Ivero Pappa. Madri, Carmen P. de Toros. Berna, Adel Finetto. Manila, Marcos Danzou, Johannesburg. Peggy Pragkappa. Atenas, Melina Nunkausdomenikos. Lisboa, O. Velho de Restelo. Amsterdã, A. Buarque. Praga, Rheza Fortes. Viena, Danubio Korduceu. Cairo, Q.Q. Mikerinos. Beirute, Ali Ninghenqer. Nova Délhi, Caril Sari.

Redator responsável: José J. Veiga.

IMPORTANTE: VOCÊ VAI LER ESTE ALMANACH POR SUA CONTA E RISCO. EM OUTRAS PALAVRAS, NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR ACIDENTES TAIS COMO ARREBENTAMENTO DE COSTURAS, SOLTURA DE BOTÕES, EJEÇÃO DE DENTADURAS MAL AJUSTADAS, CAUSADOS POR EXCESSO DE RISO. RIA, MAS SEM EXAGERO.

 

Fonte da imagem:

http://novomilenio.inf.br/

ALMANAQUE : O TICO- TICO

Um dos mais respeitados e populares almanaques editados no Brasil. O Amigo visitante do http://www.almanaque.info , com certeza, encontrará muito material sobre o assunto na WEB; todavia, por ser bastante atual, resolvemos reproduzir o conteúdo a seguir, extraído do endereço: http://www.esso.com.br/

 

A maior coleção de O Tico-tico está no Almanaque

 

Durante boa parte do século 20, a criança brasileira tinha que ler a revista O Tico-tico e os pais incentivavam esta leitura porque, além de divertir, instruía a garotada. Os principais escritores, artistas e intelectuais brasileiros, como Coelho Neto, Bastos Tigre, J. Carlos e Luiz Sá escreviam ou desenhavam suas histórias. Gente como Carlos Drummond de Andrade, Ana Maria Machado e Lygia Fagundes Teles se encantou e aprendeu a pensar e sonhar lendo o semanário, um dos primeiros dedicado ao público infantil no Brasil.Até Rui Barbosa era seu leitor. Monteiro Lobato era entusiasta.

A revista completou 100 anos em 2005 e a data foi comemorada com uma exposição na Biblioteca Nacional em que se reuniram exemplares históricos, desenhos originais e reproduções de páginas e de personagens como o trio Reco-Reco, Bolão e Azeitona, que encantou gerações de brasileiros. Mas isso era pouco e agora o Instituto Antares (IAN) lança o Almanaque O Tico-tico, que comemora este centenário e conta a história dessa revista pioneira. O IAN detém a maior coleção desta revista:1.500 exemplares, todos digitalizados, e este acervo foi a base da pesquisa para o livro. O projeto tem o patrocínio da Esso Brasileira de Petróleo.

O lançamento será na Casa de Laura Alvin, no dia 15 de março, dentro do 17º Salão Carioca de Humor. Não é mera coincidência, pois Laura, uma agitadora cultural carioca da primeira metade do século passado, era neta de Ângelo Agostini, um dos fundadores de O Tico-tico, Uma das seis exposições do Salão abrange a obra de Agostini em 50 anos de atuação no Brasil. Ele nasceu na Itália e chegou aqui em 1859 para envolver-se com arte e política. Em 1904, publicou em O Malho uma das primeiras histórias em quadrinhos brasileiras, Por Causa de um Cachorro. Houve uma enorme discussão: o público infantil devia ter uma revista só para si? Agostini acreditava que sim e desenhou o primeiro logotipo de O Tico-tico, além de ter novas histórias, como a novela Pai João, um libelo abolicionista. Agostini morreu em 1910, mas sua marca permaneceu intacta na capa da revista até quase a década de 20.

O Almanaque O Tico-tico tem a curadoria do acadêmico e secretário de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, Arnaldo Niskier, para quem a revista teve a mesma importância das obras de Monteiro Lobato na formação da identidade brasileira. “Ambos lutaram pela valorização e reconhecimento de uma produção nacional”, diz Niskier na apresentação do livro, que tem ainda textos de Antônio Olinto (também imortal e leitor de O Tico-tico na infância), Iesa Rodrigues, Mauro Salles, Moacy Cirne e Zita de Paula Rosa.

Eles explicam o contexto do público brasileiro, contam histórias da revista e como foi criada (copiando o semanário francês La Semaine de Suzette, mas tentando identificar-se com seu público brasileiro). Sem saudosismo, falam de um tempo em que as crianças aprendiam a sonhar e pensar com personagens fascinantes como Kaximbow, Zé Macaco, Faustina, Chico Preguiça e Lamparina.

O Almanaque O Tico-tico tem 150 páginas com muitas ilustrações publicadas nos 53 anos em que a revista circulou, entre 1905 e 1958. Impresso em papel couché, em formato 21 cm x 27 cm, é o resumo de um período fértil da cultura brasileira e de como se formava o pensamento nacional no século passado. Como adverte Niskier, “apesar de ter interrompido sua trajetória em 1958, O Tico-Tico influenciou as gerações seguintes, sendo um dos responsáveis pelo crescimento da literatura infanto-juvenil brasileira”.

Almanaque O Tico-tico

Edição: Instituto Antares

Lançamento: 15 de março de 2006

Casa de Cultura Laura Alvin - 19:00 h

Avenida Vieira Souto, 176 – Ipanema.

Contatos: Instituto Antares

Telefones 2523-2064/2267-2788

 

ALMANAQUE DO

PENSAMENTO

Astrológico e Literário

Editora Pensamento Ltda.

Por fim, registramos um dos mais conceituados almanaques publicados no Brasil desde o ano de 1913.

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